Controladores

A GDSUN é uma subsidiária integral do Darby Servtec Energia FIP, fundo de investimentos privado, dedicado ao setor de geração de energia no Brasil que teve início em 2017. 

 O Fundo é cogerido pela Darby Administração de Investimentos Ltda. (“Darby”) e pela Servtec Energia Ltda. (“Servtec”), ambas com track records de sucesso no setor de geração de energia e na região. O Fundo combina a experiência na gestão de recursos de terceiros e o conhecimento financeiro da Darby com a experiência na gestão de projetos e o conhecimento técnico da Servtec.

Conselho de Administração

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A Darby é uma gestora de recursos registrada na Comissão de Valores Mobiliários e subsidiária da Darby Overseas Investments, Ltd. (“Darby Private Equity”), por sua vez, subsidiária integral da Franklin Resources, Inc. (“Franklin Templeton”). A Franklin Templeton é uma gestora global de fundos com 70 anos de experiência e uma empresa de capital aberto listada na bolsa de valores de Nova Iorque (ticker: BEN), fazendo parte da composição do índice da S&P 500. Em 30 de junho de 2018, a Franklin Templeton contava com mais de US$ 724 bilhões sob gestão e clientes em mais de 170 países. Através de outros fundos, a Darby Private Equity investiu em geração de energia de biomassa, eólica e hidrelétrica, no Brasil e no exterior. Mais de 60% dos 137 investimentos feitos pela Darby Private Equity mundialmente foram no setor de infraestrutura, com um foco crescente em energia renovável.

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A Servtec é uma desenvolvedora de projetos, operadora de ativos e investidora no setor de geração de energia com mais de 50 anos de existência. A Servtec desenvolveu, estruturou e operou projetos no setor de energia que correspondem a mais de US$ 1.5 bilhão de investimentos e 1.000 MW em capacidade de geração de energia. A Servtec foi uma das primeiras companhias a investir no setor eólico brasileiro através do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica - PROINFA, instituído pela União para incentivar a diversificação da matriz energética brasileira procurando evitar a desvantagem ambiental do uso de combustíveis fósseis e aproveitar o grande potencial de geração eólica no Brasil. Em 2010, no final de sua construção, o projeto era o maior parque eólico em geração de energia do Brasil e, dois anos depois, foi vendido para a CPFL Renováveis.