top of page

Você entende a sua conta de energia?

Uma pesquisa recente (Futuro da Energia, realizada pela Plataforma LUZ) revelou que 96% das pessoas desejam mais previsibilidade na conta de luz, mas 84% dizem não entender bem nem de onde vem a energia que consomem. E quando o assunto é a própria fatura, a dificuldade se repete: por que pagamos o que pagamos? Imagine ainda se existir um sistema de geração de energia solar instalado no nosso imóvel ou se recebermos esse benefício de outra instalação?


Nós da GDSUN acreditamos que entender a conta de energia é um direito e um passo importante para o consumo consciente. Por isso, preparamos este conteúdo para te ajudar a entender as principais siglas e tarifas que aparecem na sua fatura mensal.


O que significam as principais siglas da sua conta de energia?


TE – Tarifa de Energia


É a parcela da tarifa que corresponde ao valor cobrado pela energia que você efetivamente consumiu. O valor da TE é medido em R$/kWh e é definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), variando de acordo com a distribuidora de energia.


TUSD – Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição


Essa parcela da tarifa representa o custo pelo uso das redes que levam a energia da distribuidora até a sua casa ou empresa. Inclui postes, cabos, transformadores e toda a infraestrutura de distribuição local. Mesmo quem gera sua própria energia contí-nua utilizando essa estrutura, por isso, a TUSD aparece na conta de quase todos os consumidores. O valor da TUSD também é medido em R$/kWh e definido pela ANEEL, variando de acordo com a distribuidora de energia.


CIP – Contribuição de Iluminação Pública (CIP)


A Contribuição de Iluminação Pública (CIP), também conhecida como COSIP, é uma contribuição municipal cobrada na fatura de energia elétrica para financiar os custos relacionados à iluminação pública, como instalação, manutenção e expansão da rede de iluminação.


CDE – Conta de Desenvolvimento Energético


Esse é um encargo criado para promover políticas públicas no setor elétrico. Ele financia ações como:

• Subsídio à tarifa social de energia elétrica para famílias de baixa renda;

• Expansão da energia em áreas isoladas da Amazônia;

• Incentivos para fontes renováveis.


Bandeiras Tarifárias


São aquelas cores que aparecem na conta e indicam se o custo de geração da energia está mais alto no mês.

• Verde: custo normal (sem acréscimos),

• Amarela: custo intermediário (acréscimo moderado),

• Vermelha: custo elevado (acréscimo mais alto).


Essas bandeiras refletem, por exemplo, o acionamento de usinas térmicas em períodos de seca.


ICMS, PIS e COFINS


Esses são tributos cobrados pelos governos estadual (ICMS) e federal (PIS/COFINS) sobre o consumo de energia. Em alguns estados, o ICMS pode representar uma parcela significativa da conta.


Energia Injetada ou Energia Compensada TE e TUSD


Caso você seja um consumidor que gera sua própria energia, existem ainda as parcelas referentes à compensação da energia que você consumiu que pode ser chamada de energia injetada ou energia compensada. Esse item adicional na sua fatura é incluído para abater do seu consumo a parcela que você gerou com seu sistema próprio de geração de energia elétrica. Essas parcelas também são medidas em R$/kWh e separadas para cada uma das componentes da tarifa: TE e TUSD. Porém, esses valores aparecem na sua fatura com um valor negativo para que cumpra a função de subtrair do valor total consumido a energia que você próprio gerou.


Por que a conta de energia varia tanto?


Mesmo que você consuma a mesma quantidade de energia todos os meses, o valor da fatura pode mudar por causa de:


• Reajustes tarifários definidos pela ANEEL,

• Alteração nas bandeiras tarifárias,

• Impostos estaduais e federais,

• Composição dos encargos setoriais.


Educação energética é cidadania. Acreditamos que o conhecimento transforma a relação das pessoas com a energia e com o seu próprio orçamento familiar.


Combater a poluição envolve ações em várias frentes: uso responsável da água, gestão de resíduos, consumo consciente e, de forma muito direta, a redução de emissões que deterioram a qualidade do ar e intensificam as mudanças do clima.


No nosso setor, a contribuição mais representativa vem do volume de energia gerada por fonte renovável e da respectiva quantidade de GEE (Gases de Efeito Estufa) e poluentes que deixamos de emitir. Quando a eletricidade é produzida por fonte renovável, no caso da GDSUN a solar, a quantidade lançada na atmosfera de dióxido de carbono (CO₂) é mínima ou até inexistente. Ao ser comparada com energia gerada por fontes não renováveis, é possível calcular o chamado carbono evitado.


Na GDSUN, esse indicador é calculado com base no Fator Médio Mensal de Emissão divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, que padroniza quanto CO₂ deixa de ser emitido a cada megawatt-hora (MWh) gerado por fonte renovável.


No primeiro semestre de 2025, nossas usinas evitaram aproximadamente 4.360 toneladas de CO₂. Considerando esse resultado parcial, a estimativa para o fechamento do ano é alcançar cerca de 10 mil toneladas de CO₂ evitadas, um volume equivalente às emissões de aproximadamente 1.520 voos comerciais entre São Paulo e Rio de Janeiro. Essa equivalência serve apenas para dar escala ao dado e facilitar a compreensão.


Trazer o tema no Dia do Combate à Poluição é também um convite à reflexão sobre o impacto das nossas escolhas no ambiente em que vivemos. Pequenas ou grandes mudanças no modo como produzimos e consumimos podem influenciar a qualidade do ar, o clima e a saúde das pessoas. Na GDSUN, acompanhamos esse indicador com atenção, pois ele orienta nossas ações como participantes  na redução dos impactos e no avanço da transição para uma matriz energética mais limpa.



Em 18 de julho, a GDSUN concluiu a energização da Usina Fotovoltaica Barra do Arará, localizada no estado da Bahia.


Com 2.730 kWp de capacidade instalada e geração estimada de 5.895 MWh por ano, a energia produzida é equivalente ao consumo médio anual de cerca de 3.380 residências brasileiras.


A entrega da nova usina reforça a presença da GDSUN no Nordeste e representa mais um passo na ampliação do acesso à energia solar limpa, renovável e de alta eficiência em todo o país.


bottom of page