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Assumir a condição de empresa signatária do Pacto Global da ONU é incorporar, de forma estruturada e contínua, princípios universais aos processos de governança, operação e relacionamento. Trata-se de uma adesão voluntária que carrega consigo a responsabilidade de alinhar estratégias a dez princípios fundamentais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, além de atuar em sinergia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).


Nesse contexto, em julho deste ano, a GDSUN encaminhou o relatório anual conhecido como Comunicação de Progresso (CoP), principal instrumento de prestação de contas das empresas signatárias, reportando as ações realizadas no período entre julho de 2024 e junho de 2025. A entrega representa não apenas o cumprimento de uma etapa formal, mas um exercício de transparência, avaliação contínua e melhoria das práticas.


O documento apresenta nossas principais metas e avanços relacionados à preservação ambiental, com destaque para a atuação no setor de geração distribuída de energia solar, além de iniciativas voltadas à saúde, segurança e desenvolvimento das equipes, e medidas para reforçar a ética e a integridade no ambiente corporativo.


Ser parte do Pacto Global é integrar uma rede internacional comprometida com a construção de um futuro mais justo, seguro e resiliente. É reconhecer que o setor privado tem papel decisivo na geração de impactos positivos para a sociedade e para o planeta, e que essa contribuição precisa ser mensurável, coerente e permanente.

No último dia 16 de junho, concluímos a energização da Usina Fotovoltaica Panorama, localizada no estado de São Paulo. Com capacidade instalada de 3,4 MWp, o projeto representa mais um passo consistente na expansão do nosso portfólio de geração distribuída.


Com essa nova entrega, atingimos 194,0 MWp de capacidade operacional, distribuídos em 75 usinas solares ativas, presentes em 12 estados brasileiros. Desde o início de nossas operações, temos como missão contribuir para a transição energética de nossos clientes. Atuamos em todo o processo de desenvolvimento, construção, operação e manutenção de plantas de energia solar, atendendo empresas por meio de contratos de longo prazo que garantem previsibilidade de custos, redução de riscos e suporte técnico especializado.


A energização da UFV Panorama representa mais um avanço da GDSUN como agente ativo na modernização da matriz elétrica brasileira e na aceleração da transição para uma economia de baixo carbono.


Seguimos avançando com responsabilidade, foco em resultados e geração de valor para nossos clientes, parceiros e para o futuro da energia no Brasil.

Quando pensamos em energia solar, é comum imaginarmos os painéis fotovoltaicos captando a luz do sol. Mas o que poucos sabem  é que, para essa energia ser utilizada em casas, comércios e indústrias, há um equipamento que atua nos bastidores: o transformador.


Esse equipamento é o responsável por adequar as características elétricas da energia gerada nas usinas solares para que ela possa ser entregue à rede elétrica da concessionária. Sem essa adequação, a energia produzida não seria compatível com as exigências técnicas da rede nem com a estrutura elétrica dos locais de consumo.


Como explica Gabriel Dantonio Neves, Gerente de Engenharia da GDSUN, “os transformadores têm a função de compatibilizar a energia de acordo com as características elétricas da rede da concessionária e das instalações dos consumidores, obtendo assim maior eficiência na distribuição e no consumo de energia.”


Mas como isso acontece na prática? O transformador altera a tensão elétrica da energia gerada, aumentando ou diminuindo a voltagem, por meio de campos magnéticos criados dentro de seu núcleo. A energia entra no transformador em uma tensão mais baixa, passa por um processo de indução magnética entre dois enrolamentos de fios (o primário e o secundário), e sai com uma nova tensão, adequada para ser transportada pela rede elétrica com segurança e eficiência. No caso das usinas solares, o transformador eleva essa tensão para que a energia percorra longas distâncias com menor perda, até chegar aos pontos de consumo.


A quantidade de transformadores em uma usina varia de acordo com o projeto. Não existe um número padrão, pois tudo depende da potência aprovada junto à concessionária, das características da rede da distribuidora e das condições do ambiente onde o equipamento será instalado. Fatores como temperatura, umidade, presença de salinidade ou produtos químicos influenciam diretamente na escolha de proteções e equipamentos auxiliares, como ventiladores ou desumidificadores, para garantir o desempenho ideal ao longo dos anos.


Além de viabilizar o funcionamento da usina, os transformadores também contribuem para a eficiência energética. Se forem mal dimensionados ou instalados sem os devidos cuidados, podem ocorrer perdas por aquecimento ou por efeitos eletromagnéticos. Por isso, a escolha dos materiais e do método construtivo é essencial para reduzir essas perdas e evitar desperdícios.


Com vida útil média de 30 a 35 anos, os transformadores são equipamentos robustos, mas que precisam de manutenção preventiva e operação dentro dos limites recomendados para garantir longevidade e segurança.


Na GDSUN, a inovação também passa por esses equipamentos. A empresa investe tanto na escolha de materiais mais eficientes quanto no monitoramento das condições do ambiente de instalação, contribuindo para um sistema mais confiável, sustentável e eficiente.


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