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Combater a poluição envolve ações em várias frentes: uso responsável da água, gestão de resíduos, consumo consciente e, de forma muito direta, a redução de emissões que deterioram a qualidade do ar e intensificam as mudanças do clima.


No nosso setor, a contribuição mais representativa vem do volume de energia gerada por fonte renovável e da respectiva quantidade de GEE (Gases de Efeito Estufa) e poluentes que deixamos de emitir. Quando a eletricidade é produzida por fonte renovável, no caso da GDSUN a solar, a quantidade lançada na atmosfera de dióxido de carbono (CO₂) é mínima ou até inexistente. Ao ser comparada com energia gerada por fontes não renováveis, é possível calcular o chamado carbono evitado.


Na GDSUN, esse indicador é calculado com base no Fator Médio Mensal de Emissão divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, que padroniza quanto CO₂ deixa de ser emitido a cada megawatt-hora (MWh) gerado por fonte renovável.


No primeiro semestre de 2025, nossas usinas evitaram aproximadamente 4.360 toneladas de CO₂. Considerando esse resultado parcial, a estimativa para o fechamento do ano é alcançar cerca de 10 mil toneladas de CO₂ evitadas, um volume equivalente às emissões de aproximadamente 1.520 voos comerciais entre São Paulo e Rio de Janeiro. Essa equivalência serve apenas para dar escala ao dado e facilitar a compreensão.


Trazer o tema no Dia do Combate à Poluição é também um convite à reflexão sobre o impacto das nossas escolhas no ambiente em que vivemos. Pequenas ou grandes mudanças no modo como produzimos e consumimos podem influenciar a qualidade do ar, o clima e a saúde das pessoas. Na GDSUN, acompanhamos esse indicador com atenção, pois ele orienta nossas ações como participantes  na redução dos impactos e no avanço da transição para uma matriz energética mais limpa.



Em 18 de julho, a GDSUN concluiu a energização da Usina Fotovoltaica Barra do Arará, localizada no estado da Bahia.


Com 2.730 kWp de capacidade instalada e geração estimada de 5.895 MWh por ano, a energia produzida é equivalente ao consumo médio anual de cerca de 3.380 residências brasileiras.


A entrega da nova usina reforça a presença da GDSUN no Nordeste e representa mais um passo na ampliação do acesso à energia solar limpa, renovável e de alta eficiência em todo o país.



Assumir a condição de empresa signatária do Pacto Global da ONU é incorporar, de forma estruturada e contínua, princípios universais aos processos de governança, operação e relacionamento. Trata-se de uma adesão voluntária que carrega consigo a responsabilidade de alinhar estratégias a dez princípios fundamentais nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção, além de atuar em sinergia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).


Nesse contexto, em julho deste ano, a GDSUN encaminhou o relatório anual conhecido como Comunicação de Progresso (CoP), principal instrumento de prestação de contas das empresas signatárias, reportando as ações realizadas no período entre julho de 2024 e junho de 2025. A entrega representa não apenas o cumprimento de uma etapa formal, mas um exercício de transparência, avaliação contínua e melhoria das práticas.


O documento apresenta nossas principais metas e avanços relacionados à preservação ambiental, com destaque para a atuação no setor de geração distribuída de energia solar, além de iniciativas voltadas à saúde, segurança e desenvolvimento das equipes, e medidas para reforçar a ética e a integridade no ambiente corporativo.


Ser parte do Pacto Global é integrar uma rede internacional comprometida com a construção de um futuro mais justo, seguro e resiliente. É reconhecer que o setor privado tem papel decisivo na geração de impactos positivos para a sociedade e para o planeta, e que essa contribuição precisa ser mensurável, coerente e permanente.

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