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No último dia 16 de junho, concluímos a energização da Usina Fotovoltaica Panorama, localizada no estado de São Paulo. Com capacidade instalada de 3,4 MWp, o projeto representa mais um passo consistente na expansão do nosso portfólio de geração distribuída.


Com essa nova entrega, atingimos 194,0 MWp de capacidade operacional, distribuídos em 75 usinas solares ativas, presentes em 12 estados brasileiros. Desde o início de nossas operações, temos como missão contribuir para a transição energética de nossos clientes. Atuamos em todo o processo de desenvolvimento, construção, operação e manutenção de plantas de energia solar, atendendo empresas por meio de contratos de longo prazo que garantem previsibilidade de custos, redução de riscos e suporte técnico especializado.


A energização da UFV Panorama representa mais um avanço da GDSUN como agente ativo na modernização da matriz elétrica brasileira e na aceleração da transição para uma economia de baixo carbono.


Seguimos avançando com responsabilidade, foco em resultados e geração de valor para nossos clientes, parceiros e para o futuro da energia no Brasil.

Quando pensamos em energia solar, é comum imaginarmos os painéis fotovoltaicos captando a luz do sol. Mas o que poucos sabem  é que, para essa energia ser utilizada em casas, comércios e indústrias, há um equipamento que atua nos bastidores: o transformador.


Esse equipamento é o responsável por adequar as características elétricas da energia gerada nas usinas solares para que ela possa ser entregue à rede elétrica da concessionária. Sem essa adequação, a energia produzida não seria compatível com as exigências técnicas da rede nem com a estrutura elétrica dos locais de consumo.


Como explica Gabriel Dantonio Neves, Gerente de Engenharia da GDSUN, “os transformadores têm a função de compatibilizar a energia de acordo com as características elétricas da rede da concessionária e das instalações dos consumidores, obtendo assim maior eficiência na distribuição e no consumo de energia.”


Mas como isso acontece na prática? O transformador altera a tensão elétrica da energia gerada, aumentando ou diminuindo a voltagem, por meio de campos magnéticos criados dentro de seu núcleo. A energia entra no transformador em uma tensão mais baixa, passa por um processo de indução magnética entre dois enrolamentos de fios (o primário e o secundário), e sai com uma nova tensão, adequada para ser transportada pela rede elétrica com segurança e eficiência. No caso das usinas solares, o transformador eleva essa tensão para que a energia percorra longas distâncias com menor perda, até chegar aos pontos de consumo.


A quantidade de transformadores em uma usina varia de acordo com o projeto. Não existe um número padrão, pois tudo depende da potência aprovada junto à concessionária, das características da rede da distribuidora e das condições do ambiente onde o equipamento será instalado. Fatores como temperatura, umidade, presença de salinidade ou produtos químicos influenciam diretamente na escolha de proteções e equipamentos auxiliares, como ventiladores ou desumidificadores, para garantir o desempenho ideal ao longo dos anos.


Além de viabilizar o funcionamento da usina, os transformadores também contribuem para a eficiência energética. Se forem mal dimensionados ou instalados sem os devidos cuidados, podem ocorrer perdas por aquecimento ou por efeitos eletromagnéticos. Por isso, a escolha dos materiais e do método construtivo é essencial para reduzir essas perdas e evitar desperdícios.


Com vida útil média de 30 a 35 anos, os transformadores são equipamentos robustos, mas que precisam de manutenção preventiva e operação dentro dos limites recomendados para garantir longevidade e segurança.


Na GDSUN, a inovação também passa por esses equipamentos. A empresa investe tanto na escolha de materiais mais eficientes quanto no monitoramento das condições do ambiente de instalação, contribuindo para um sistema mais confiável, sustentável e eficiente.


A GDSUN, empresa do setor de geração distribuída de energia solar, com portfólio de 74 usinas fotovoltaicas próprias em operação, somando 190 MWp em 12 estados brasileiros e no Distrito Federal, anunciou a captação de R$ 415 milhões por meio de emissão de debêntures em uma operação coordenada pelo banco Itaú.


Com essa mais recente emissão de debêntures, a GDSUN equaliza sua estrutura de capital no longo prazo e projeta ampliar sua capacidade instalada para 250 MW até 2026, mantendo o foco no crescimento sustentável. Ao contrário de uma emissão pulverizada, a negociação destinada a investidores selecionados ofereceu melhores condições.


"Negociamos essa emissão para alocação em players com grande reputação no mercado, a um custo muito competitivo. Além de possibilitar o alongamento da dívida de forma eficiente, a operação garante um fluxo de caixa confortável para a continuidade do crescimento sustentável da companhia", afirma Pedro Geraldi Ferreira, diretor financeiro da GDSUN. Ainda segundo o executivo, "o mercado está compreendendo melhor os riscos e as oportunidades da geração distribuída, e os spreads praticados nestas emissões já estão cada vez mais próximos daqueles observados em ativos de geração centralizada".


Com a conclusão dessa emissão, a empresa finaliza um ciclo estratégico de alongamento de dívidas, que equaciona sua estrutura de capital e proporciona maior flexibilidade para investimentos futuros.


"Estamos em um momento-chave de fortalecimento da nossa estrutura financeira, o que nos permite seguir com um planejamento focado na eficiência operacional e em novas oportunidades de crescimento", destaca Simone Suarez, CEO da GDSUN.


Desde 2020, a GDSUN atua em todo o processo de desenvolvimento, construção, operação e manutenção de plantas de energia solar que operam no mercado cativo, dentro dos limites de minigeração distribuída, participando do sistema de compensação de créditos.


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